mundo banner1 menina desenhos

ESCOLA BOM PASTOR


Clique no assunto sobre o qual deseja ler.

  • História do Bom Pastor

    A Escola Bom Pastor foi criada em 20 de janeiro de 1996 com o nome Centro Recreativo Bom Pastor atuando apenas como pré-escola. No ano de 2004, sob nova direção, passou a ser denominada Centro de Educação Infantil Bom Pastor. Já em 2008, com a ampliação de sua estrutura física, foram introduzidas as séries iniciais do Ensino Fundamental de 9 anos.


  • Proposto Pedagógica

    A escola tem como base a linha construtivista, inspirado nas idéias do suíço Jean Piaget. O método procura instigar a curiosidade, já que o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas. O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida, o desenvolvimento do raciocínio, entre outros O método enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto-avaliação.

  • Período Integral

    Nossa escola oferece aos alunos do período integral:

    • Aula de culinária
    • Aula de literatura na biblioteca
    • Ballet
    • Capoeira
    • Futsal
    • Oficina de artes
    • Aulas de reforço
    • Informática
    • Cardápio balanceado e aulas de orientação alimentar com nutricionista
  • Berçário I e II

    Quantas transformações são vividas no 1º ano de vida! Um mundo a descobrir, a explorar, a conhecer. Ao chegar ao berçário, o bebê começa a criar vínculos e a estabelecer relações com a equipe, o que lhe proporciona um sentimento de segurança e de confiança, base para ele sentir-se aconchegado e à vontade no novo espaço.
    Os bebês expressam e nos comunicam a todo instante seu estado de ânimo pelas suas manifestações corporais. Uns utilizam mais o choro, outros agitam os membros, outros gritam... Cada um tem a sua particularidade, que é percebida atentamente pela equipe, visando uma boa comunicação entre adulto e bebê. Pelo olhar, pelo toque, pelo gesto, e também por palavras, dialogamos a todo instante com os pequenos.
    Desde a vida intra-uterina o movimento é uma característica essencial ao bebê. Mediado por brinquedos e brincadeiras, a equipe estimula e incentiva a sua movimentação. Nessa interação, nesse jogo, o adulto participa ativamente, oferecendo-lhe desafios e acolhendo-o de modo que ele se sinta seguro para vivenciar seu corpo na relação com os objetos e com o espaço, livre para descobrir o seu ambiente. São estimulados os movimentos naturais: rolar, arrastar, engatinhar, ficar de pé e andar. O espaço do Berçário é cuidadosamente planejado e organizado para que o bebê possa explorar o espaço, os objetos, as texturas, os gostos, os cheiros. Assim, ele vai, gradativamente, reconhecendo o mundo à sua volta e nele imprimindo suas marcas.
    Os cuidados com higiene, alimentação e sono são considerados situações preciosas de relação e de formação de vínculos. Assim, são permeados por olhares, conversas, toque afetuoso, pois, durante esses momentos, a equipe entra em contato direto com o corpo do bebê.

  • Maternal

    A entrada na escola traz uma ampliação significativa no mundo social das crianças. Passam a conviver com outras crianças e novos adultos que ocupam-se de seu bem estar. Os vínculos que se estabelecem com os adultos (professora e auxiliares) sustentam as experiências neste novo ambiente. Vencida a etapa de adaptação, os adultos da escola são reconhecidos como agentes de cuidados e de novas experiências e as crianças passam a demonstrar sua proximidade por meio de gestos carinhosos e de satisfação por estarem juntos (sorrisos, abraços, carícias, cumprimentos...), além de identificá-los quando ouvem seus nomes.
    Inicialmente, a relação entre as crianças é de exploração sensório-motora. Elas ocupam o lugar de objetos a serem observados, tocados, rolados, ultrapassados.
    Gradativamente, aproximam-se para brincar com um mesmo brinquedo, dão-se as mãos, manifestam alegria quando se encontram e chamam-se pelo nome.
    A disposição para relacionarem-se com o ambiente, no entanto, é bastante alterada tanto por fatores biológicos (fome, sono ou indisposição física) quanto pelas demandas afetivas de quererem ter seu desejo prontamente atendido.
    Nessa fase, as crianças se relacionam com o mundo por meio das sensações e do movimento - é o período sensório-motor. A atividade corporal traduz a expressão de uma necessidade fundamental de movimento e de investigação. Este é um momento no qual as crianças vivem e experimentam o corpo em movimento, distinguindo seu "próprio corpo" do mundo dos objetos e estabelecendo o primeiro esboço da imagem de seu corpo. A exploração do ambiente e dos objetos é intensa, sendo também vivenciados novos padrões de posturas e movimentos corporais.
    O cotidiano da vida escolar, nas situações de alimentação, higiene e sono favorecem diferentes aprendizagens que incluem avanços no domínio dos movimentos refinados e no controle esfincteriano.
    A comunicação corporal e gestual é amplamente utilizada pelas crianças nesta faixa etária. A inserção num ambiente falante favorece a passagem da linguagem gestual para a linguagem verbal.
    Neste grupo, cabe aos adultos (re) significar o cotidiano escolar, nomeando objetos, ações e espaços, ajudando as crianças a atribuírem sentido à linguagem e entender sua funcionalidade.
    Aos poucos as palavras "soltas" ganham estruturas mais complexas quando as crianças juntam palavras na tentativa de formar pequenas frases.
    Por intermédio dos adultos falantes, as crianças são incluídas em situações lúdicas e de cuidado. Elas começam a perceber que há um encadeamento de palavras e ações que evocam uma experiência vivida anteriormente.
    A comunicação corporal e gestual é amplamente utilizada pelas crianças nesta faixa etária. A inserção num ambiente falante favorece a passagem da linguagem gestual para a linguagem verbal.
    Neste grupo, cabe aos adultos (re) significar o cotidiano escolar, nomeando objetos, ações e espaços, ajudando as crianças a atribuírem sentido à linguagem e entender sua funcionalidade.
    Aos poucos as palavras "soltas" ganham estruturas mais complexas quando as crianças juntam palavras na tentativa de formar pequenas frases.
    Por intermédio dos adultos falantes, as crianças são incluídas em situações lúdicas e de cuidado. Elas começam a perceber que há um encadeamento de palavras e ações que evocam uma experiência vivida anteriormente.

  • Nível I

    Nesta faixa etária, a relação de parceria na turma alcança a condição de amizade, vivida em alguns momentos prazerosamente e, em outros, com desconforto. O vínculo entre as crianças manifesta-se quando elas compartilham objetos da escola; sensibilizam-se pelo choro do colega; disputam brinquedos, espaços e a atenção do adulto.
    Ao longo do ano as crianças passam a integrar recursos linguísticos às suas vivências sociais, sem abandonar as reações corporais e o choro. Cabe ao professor mediar as situações de impasse, favorecendo o diálogo entre elas.
    A relação com os adultos, antes de total dependência, adquire uma nova coloração na medida em que as crianças passam a ocupar um lugar mais ativo. Nas atividades escolares, apropriam-se gradativamente das diferentes linguagens que o sistema de oficinas propõe. Nas atividades de vida diária, das quais participavam como coadjuvantes, agora buscam destaque, opondo-se ao auxílio do adulto. Pela oposição, as crianças dessa faixa etária buscam o fortalecimento da própria identidade e a exploração e reconhecimento de suas capacidades. Nesta faixa etária, as crianças envolvem-se com o conhecimento/descoberta de seu próprio corpo e do corpo do outro. A partir da exploração criativa de movimentos corporais, se apropriam de seu corpo, do espaço e reconhece seus limites: interpessoais e físicos. É por meio da linguagem corporal e verbal que expressam suas emoções e pensamentos. Mais tarde, o gesto e a fala irão integrar-se às outras formas de linguagem, como o desenho e a escrita.
    As vivências do corpo em movimento organizam-se gradativamente, ganhando intencionalidade para encaminhar as atividades de vida diária.
    Ao longo do ano, espera-se a estabilização do controle esfincteriano. Esta conquista cria novas possibilidades de conhecimento do próprio corpo e do corpo do outro e desperta curiosidade sobre as diferenças sexuais e desempenho de papéis atribuídos culturalmente às meninas e aos meninos. Experiências afetivas e sociais particulares de cada criança, somadas ao processo de maturação de centros cerebrais, determinam o ritmo, o interesse e a eficácia do processo de verbalização. Neste período, as crianças começam a perceber o efeito da fala para a comunicação de desejos, desagrados e demandas.
    As experiências culturais, como a apreciação de diferentes histórias da literatura infantil, aprimoram a construção e reconstituição verbal de enredos simples. As crianças passam a resgatar personagens e partes das histórias ouvidas anteriormente. Como conseqüência dessas vivências linguísticas, elas ampliam o seu vocabulário, apresentando uma estrutura frasal mais completa e rica em detalhes.
    Nesta fase, as crianças dão um passo significativo e subjetivo na construção de sua identidade. Esse efeito é percebido na linguagem, quando deixam de se nomearem na terceira pessoa e se apropriam do pronome "EU".
    As brincadeiras simbólicas são vias pelas quais as crianças se posicionam de forma ativa no mundo para compreendê-lo. Elas repetem ludicamente experiências vividas com pais, professores e outros adultos significativos. Por intermédio das atividades de faz-de-conta, conhecem e se apropriam dos diferentes papéis e funções que circulam no seu entorno social. Num ambiente dinâmico, como é a escola, em que o cotidiano é reinventado a cada dia, as vivências são ampliadas com a produção artística. Com ela, recuperamos o movimento da vida: num momento, somos os autores e em outros, apreciamos a ação de variados artistas.
    O fazer artístico está centrado na produção de trabalhos a partir de materiais como: giz de cera, tinta guache, massa de modelar, cola colorida, giz comum, cola com farinha de trigo e areia, entre outros.
    A apreciação de obras de artistas consagrados convida as crianças a conhecerem a produção da arte nacional como expressão da nossa cultura e estimula a interpretação verbal das imagens observadas. Nesta fase, é marcante a identificação das crianças com a linguagem musical. As vivências musicais tornam-se, então, uma via privilegiada para o desenvolvimento da expressão corporal e da musicalidade infantil.
    Receptivas e curiosas em todos os projetos de produção e apreciação musical, as crianças cantam canções, brincam de roda, pesquisam materiais sonoros, descobrem instrumentos, inventam melodias e ouvem com prazer a música de todos os povos. O ambiente onde as crianças vivem se constitui em um conjunto de elementos naturais e sociais indissociáveis frente ao qual elas se mostram curiosas e investigativas. Nesta faixa etária, as crianças fazem perguntas e procuram respostas às suas indagações a partir, principalmente, do seu contato com os seres vivos (animais, plantas) e dos laços sociais estabelecidos (na família e na escola).

  • Nível II

    É tempo das crianças fortalecerem a própria identidade pela imposição de desejos. Elas usam todos os recursos (choro, linguagem corporal e fala) que conhecem para interferir na ação do outro e conseguir seu intuito, mas, geralmente, precisam da ajuda da professora para que as situações de impasse sejam encaminhadas.
    O relacionamento com os adultos amplia-se, pois passam a reconhecer como elementos da escola outros componentes: porteiro, coordenadora, professora de inglês, pais dos colegas...
    Observa-se um estreitamento na relação afetiva com os colegas de turma. O vínculo entre as crianças revela-se em manifestações carinhosas, nas trocas de brinquedos e nas brincadeiras organizadas por regras simples. Em contrapartida, começam a compreender que a estima e o tempo que os adultos dedicam a elas precisam ser compartilhados com os colegas, o que é geralmente difícil de ser suportado, podendo ocasionar reações intensas. As crianças conquistam um equilíbrio entre movimentos espontâneos e controlados e avançam no desenvolvimento de sua motricidade global. Deslocam-se com destreza gradativa no espaço, aumentando a confiança em suas capacidades e habilidades motoras.
    Em relação ao conhecimento do próprio corpo, identificam manifestações corporais de seus próprios afetos e emoções. Percebem, ainda, algumas diferenças culturais que caracterizam o sexo masculino e o feminino. As crianças são convidadas a apreciar a produção da arte nacional como expressão da nossa cultura e a perceber o trabalho de artes plásticas como reapresentação da realidade. O contato com as artes permite que desenvolvam a leitura das imagens.
    Elas são, também, estimuladas a produzir novos objetos a partir da exploração dos mais diversos materiais e suportes gráficos (sucatas, lápis cera, tinta, massa de modelar e argila, cola, papéis variados, pincéis). A música começa a ser compreendida como produto cultural e importante forma de conhecer e representar o mundo.
    No que diz respeito à apreciação musical, as crianças ouvem músicas de diferentes gêneros, ritmos e estilos da produção nacional.
    Os alunos são desafiados a expressar-se musicalmente por meio da voz e do corpo, participando de rodas e brinquedos cantados. Neste contexto, exploram as possibilidades sonoras do próprio corpo, de objetos diversos e instrumentos musicais. Assim, desenvolvem a sensibilidade, a percepção e a competência musical. Com o jogo de faz-de-conta, cria-se um espaço no qual as crianças podem interpretar e compreender, de maneira ativa e própria, os comportamentos e afetos do ser humano. Os objetos cênicos são recursos usados por elas para imitar ações de alguém conhecido, experiências vividas na família e na escola e personagens da literatura.
    As experiências vivenciadas nas dramatizações permitem que as crianças antecipem e prevejam comportamentos a partir de um dado contexto, introduzindo-as no mundo das idéias e das representações.
    A literatura permite que as crianças tenham acesso a mundos distantes e imaginários. As histórias são fontes inesgotáveis de informações culturais, as quais somam-se as vivências concretas dos alunos.
    O contato com textos literários favorece a construção do papel de leitor e o desenvolvimento de capacidades importantes tais como: a atenção, a memória, a imaginação e a interpretação da realidade. O planejamento pedagógico desta área do conhecimento propõe situações de comunicação que objetivam o desenvolvimento da competência linguística. Esta competência abrange tanto as capacidades das crianças para compreender a língua quanto suas capacidades para usá-la como falantes.
    As crianças são convidadas a conversar sobre diferentes temas, relatar experiências vividas, descrever pessoas e objetos, criar diálogos para personagens e recontar partes de textos literários conhecidos. Observa-se que, ao longo do ano, os alunos ampliam consideravelmente o seu vocabulário e passam a expressar claramente seus desejos e afetos.
    No ambiente letrado da escola, as crianças estão, ainda, em constante contato com atos de leitura e escrita. Por intermédio destas vivências, desenvolvem curiosidade pelo lugar de leitor e interesse pela função social da escrita.
    O pensamento lógico-matemático é um processo contínuo de abstração. Por meio dele, as crianças atribuem significados e estabelecem relações com base nas observações, experiências e ações que fazem sobre elementos do seu ambiente físico e sócio-cultural.
    Nesta faixa etária, espera-se que avancem no domínio das noções de tempo (antes, agora, depois) e de noções de localização dos objetos no espaço (perto, longe, na frente, atrás). Ao longo do ano, passam a organizar os objetos a partir de critérios como cor, forma e uso, e iniciam a contagem oral para designar quantidades. O ambiente onde as crianças vivem se constitui em um conjunto de elementos naturais e sociais indissociáveis frente ao qual elas se mostram curiosas e investigativas. Nesta faixa etária, as crianças fazem perguntas e procuram respostas às suas indagações a partir, principalmente, das vivências na família e na escola.

  • Nível III

    É o momento em que as crianças passam a partir de uma maior percepção da existência de seus pares, resignificarem a imagem que construíram de si mesmas. Aparecem aí as preferências por determinados colegas e o desejo de serem reconhecidas e queridas por eles. As barganhas afetivas dão o tom das relações: "Se você não me emprestar o carrinho, não sou mais seu amigo".
    As crianças começam a perceber que existem coisas que podem ser feitas e outras não, e que há normas sociais que devem ser cumpridas ao relacionarem-se com outras pessoas. No entanto, esta compreensão ainda não é suficiente para que aceitem abrir mão de seus pontos de vista ou demandas. Às vezes, as crianças já aceitam fazer acordos. Ao longo do ano, a dependência da mediação do adulto diminui e a capacidade de expressarem-se verbalmente e encaminharem os impasses é mais frequente.
    Na relação com os adultos, as crianças vivem certa ambiguidade porque, por um lado, reconhecem os valores e regras colocados por eles, mas por outro lado, expressam um forte desejo de afirmação e independência, o que as leva a tentar burlar os limites e testar a autoridade da professora e outros adultos.
    Entre os 4 e 5 anos, a coordenação motora ampla e o equilíbrio avançam, o que faz com que as crianças corram com facilidade. São oferecidas brincadeiras como: pique-bandeira e piques de pegar (cola, alto, parede), amarelinha, e jogos com bola (agarrar e jogar).
    Novos desafios são propostos visando que aperfeiçoem as habilidades motoras finas: uso da tesoura, desenho com lápis de pontas mais finas e pintura com pincéis de espessuras variadas.
    Em função de suas crescentes competências motoras, as crianças são estimuladas a avançar em sua independência para despir e vestir as roupas, posicionar-se no vaso sanitário, usar o papel higiênico e lavar as mãos. Nesta etapa, o adulto supervisiona a ação das crianças, orientando-as para que, ao longo do ano, possam realizar algumas dessas ações sem ajuda.
    Os momentos de refeição são, ainda, um palco de negociações entre adultos e crianças e entre as próprias crianças. Elas são estimuladas a comer de forma variada, saudável e com proporção adequada, além de servirem-se das travessas e usarem os talheres.
    O ensino de artes visa desenvolver nas crianças as capacidades de ler e produzir imagens, de tal maneira que ampliem o conhecimento sobre o mundo e sobre a linguagem da arte. As crianças são convidadas a apreciar a produção artística - desenhos, pinturas, esculturas, colagens - nacional e internacional e a observar alguns elementos constituintes da linguagem visual como: ponto, linha, forma e cor.
    Há uma ênfase nas atividades de produção do desenho, em que são manuseados diferentes tipos de materiais (lápis e canetas diversos) e suportes (papéis com diversas texturas e gramaturas, chão, tela), além de experimentadas técnicas variadas de desenho.
    Espera-se que, ao longo do ano, as crianças usem o desenho para representar suas vivências e sejam capazes de nomear e de relacionar elementos desenhados. Objetiva-se, ainda, que valorizem suas produções, as de outras crianças e da arte em geral.
    Perceber a importância de ouvir com atenção para conseguir diferenciar os sons e suas qualidades (altura, duração, intensidade e timbre) é a tônica do trabalho nessa fase. As crianças são levadas a apreciar obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, produzidas no Brasil ou em outros países. Pesquisam, também, informações sobre os compositores, ampliando, assim, os seus conhecimentos sobre música.
    No que diz respeito à produção musical, passam a usar a voz, os diversos objetos e os instrumentos musicais para se expressar de forma mais organizada. Ao longo do ano, a partir das vivências oferecidas na oficina de Ritmo e Som, vão se tornando capazes de fazer a leitura de registros musicais simples nos quais desenhos e símbolos representam a sequência que deve ser tocada.
    As propostas de dramatização possibilitam a representação de diferentes papéis e personagens. Na composição dos jogos dramáticos, as crianças exercitam diversas capacidades simbólicas na medida em que criam figurinos, gestos e falas para seus personagens; selecionam objetos apropriados ao contexto em questão; estabelecem diálogos com seus companheiros e dão continuidade a enredos surgidos durante a própria vivência.
    A literatura, como fonte de prazer e entretenimento, está sempre presente no cotidiano da turma.
    As crianças apreciam diferentes gêneros e estilos literários (contos, crônicas, poesias, noticias...), analisam a estrutura e a coerência textual e começam a perceber a diferença entre a linguagem de conversação e a linguagem escrita.
    Elas são desafiadas a refletir sobre os textos lidos à medida que escutam, fazem perguntas e dão respostas. Experimentam, ainda, a possibilidade de reproduzir oralmente, a história escutada, relembrando fatos importantes.
    Durante as atividades de apreciação literária na Biblioteca, as crianças experimentam o papel de leitor a partir do modelo observado no adulto: criando entonação, fazendo pausas e comentários.
    Por volta dos 4/5 anos, as crianças ampliam gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, participando de diversas situações de intercâmbio social. Expõem sentimentos e desejos, elaboram e respondem perguntas. A construção de narrativas - textos orais que relatam fatos e acontecimentos vistos, ouvidos, lidos ou imaginados, em um local determinado e com sequência temporal - é especialmente incentivada pela professora neste período da educação infantil. Participando em especial do projeto da maleta viajante.
    No decorrer do ano, ganham maturidade no convívio coletivo, podendo, cada vez mais, ouvir o outro e esperar a sua vez de falar, assim como negociar em diferentes situações. Nessa etapa, estão se familiarizando com atos de ler e escrever por meio do manuseio de livros, revistas, jornais, receitas, gibis, convites e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações em que a escrita é usada socialmente.
    A partir do contato com esses materiais, as crianças passam a incluir marcas da escrita (sinais, pseudoletras e letras) nos seus desenhos e a interessar-se por escrever palavras e textos, ainda que não de forma convencional (seu próprio nome e o nome de outras pessoas).
    Empenham-se para ler escritos e consideram as ilustrações para antecipar o conteúdo dos textos. No que diz respeito à leitura de palavras (fichas de chamada ou de planejamento), vão se tornando capazes de fazer análises quantitativas (quantidade de letras) e qualitativas (repertório de letras), estabelecendo diferenças e semelhanças entre as palavras.
    No Nível III , espera-se que as crianças, a partir das interferências pedagógicas, desenvolvam o raciocínio lógico-matemático e sejam capazes de reconhecer e valorizar os números, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano. No uso coletivo dos jogos de mesa - memória, dominó e pega varetas - e nas brincadeiras em equipe - piques, amarelinha e pique bandeira - as crianças contam objetos, relacionam quantidades, resolvem problemas e registram resultados.
    Espera-se, ainda, que as crianças avancem no domínio das noções temporais (ontem, hoje e amanhã) e comecem a conhecer as unidades convencionais de medida de tempo (dia, semana, mês, ano) por intermédio do uso do calendário.
    O ambiente onde as crianças vivem se constitui em um conjunto de elementos naturais e sociais indissociáveis, frente ao qual elas se mostram curiosas e investigativas. Por quê? Quando? Como? É assim que as crianças de quatro e cinco anos expressam suas curiosidades. Orientá-las e desafiá-las neste percurso de conhecimento do mundo é o principal objetivo do trabalho com o grupo.

  • 1º ano - Ensino Fundamental I

    Nesta faixa etária, os vínculos das crianças com seus colegas se ampliam e alcançam a turma. Esta convivência social mais intensa gera situações de conflito e disputa, mediadas pela professora que incentiva o uso da linguagem verbal. As crianças passam, então, a reconhecer o valor dos "combinados" (acordos coletivos) e são implacáveis na fiscalização dos colegas que os transgridem, mesmo que se esqueçam, elas mesmas, muitas vezes de cumpri-los.
    Ações como dividir, esperar e negociar passam a ser exigências do dia a dia escolar. Ao longo do ano, as crianças vão aprendendo que o desejo individual está subordinado às possibilidades da vida coletiva e que, longe de se tratar de uma perda, participar de uma rede social inclui, principalmente, vivências de companheirismo, solidariedade, reciprocidade e respeito.
    A segurança e a confiança que estabelecem com os colegas soma-se a reverência que as crianças demonstram pelo saber da professora, representante do vasto mundo de conhecimentos que tanto as atraem e amedrontam. As crianças passam a perceber que, ao contrário do que pensavam anteriormente, não sabem tudo e há muitas coisas para aprender. É comum que digam que não sabem ler, não sabem contar, não sabem desenhar determinada figura... Cabe à professora estimulá-las a fim de que se arrisquem e empenhem-se para conquistar o que ainda não sabem. A evolução das crianças nas aprendizagens formais depende, em grande parte, do quanto elas sentem-se seguras para expressar o que já sabem, refletir e discutir sobre os modos de saber mais.
    As crianças participam de brincadeiras e jogos que envolvem o correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se, movimentar-se e dançar a fim de ampliar, gradualmente, o conhecimento e o controle sobre o corpo e o movimento. Há o incentivo constante para que utilizem recursos de deslocamento e das habilidades de força, velocidade, resistência e flexibilidade nas atividades das quais participa. Os jogos de regras são muito apreciados pelas crianças e favorecem o "saber lidar" com conflitos e questões sociais.
    Nesta fase, as crianças adquirem maior precisão dos gestos instrumentais, cada vez mais ajustados a cada objeto: uso do garfo nas refeições; manuseio seguro de lápis, pincéis e canetas; domínio das ações para vestir-se, despir-se e calçar-se.
    Elementos da arte possibilitam que as crianças ampliem suas possibilidades de transformação do real, isto é, de criação. Elas são convidadas a apreciar a produção artística - desenhos, pinturas, esculturas, colagens, ilustrações - nacional e internacional e a observar alguns elementos constituintes da linguagem visual como: cor, forma, volume e contrastes.
    Há uma ênfase nas atividades de produção da pintura, em que são manuseados diferentes tipos de tintas (guache, aquarela, anilina, artesanais), suportes (papéis, chão, azulejo, madeira, tecido) e instrumentos (pincéis, rolinhos, esponja, mãos).
    O desenho continua a ser experimentado como recurso para registrar vivências e conhecimentos construídos e passa, com a utilização de esboços, a assumir a função de planejamento de outras obras.
    Espera-se que, ao longo do ano, as crianças interessem-se pela pintura como linguagem criadora, selecionando materiais e aperfeiçoando o uso de elementos visuais, suportes e instrumentos. Objetiva-se, ainda, que ampliem o conhecimento sobre artes plásticas, identificando acontecimentos e curiosidades que marcaram a vida dos artistas selecionados para o período.
    Ao lado das atividades de escuta sonora e musical, que continuam a ser incentivadas nesta faixa etária, aparece o trabalho vocal e a sonorização de histórias.
    As atividades de sonorização de histórias permitem que as crianças aliem dois universos já bastante conhecidos - o das palavras e o dos sons - e construam novos significados para eles. Recursos da sonoplastia são experimentados a fim de aperfeiçoar a pesquisa sonora e a criação de sons (com o corpo, a voz, objetos e instrumentos) adequados a um determinado contexto literário.
    As propostas na oficina de Dramatização colocam as crianças em contato com recursos da linguagem teatral - movimentação corporal, entonação da voz, expressão facial - que possibilitam a representação de diferentes enredos e personagens. Na composição dos jogos dramáticos, exercitam diversas capacidades simbólicas na medida em que criam figurinos para seus personagens, selecionam objetos que se adaptam ao contexto em questão, estabelecem diálogos com seus companheiros e improvisam a continuidade dos enredos.
    Nesta faixa etária, as crianças são estimuladas a transformar a brincadeira de faz-de-conta em uma apresentação para um outro - um espectador. Pretende-se, assim, que elas possam começar um movimento de descentralização, entendendo o contexto dramático a partir de dois pontos de vista: o do ator e o do espectador. Resgata-se, também, a importância do trabalho em grupo.
    Livros de diferentes gêneros e estilos literários (contos, crônicas, poesias, noticias...) são apresentados às crianças e passam a fazer parte do repertório de textos estáveis que compõem o acervo do grupo. Este material , além de ser apreciado por suas qualidades literárias, é também estudado a partir de uma análise linguística (questões gramaticais, léxicas e sintáticas).
    Estas vivências permitem que as crianças aprendam sobre linguagem escrita, incorporando palavras e traços dos discursos escritos em sua vida cotidiana e apropriando-se de porções de texto que se repetem nas histórias (rimas, refrões, canções, discursos diretos). Tornam-se aptos a manusear os livros e compreender sua organização como suportes de um texto: capa, número de páginas, ilustrações, posição de uso.
    Ao longo do ano, a partir das atividades de apreciação literária na Biblioteca, as crianças passam a recontar histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos.
    O caráter comunicativo da linguagem oral e da linguagem escrita é enfatizado no trabalho pedagógico com crianças desta faixa etária.
    A fala é aperfeiçoada em situações de intercâmbio em que há a necessidade de explicar e argumentar idéias e pontos de vista. Estimula-se, também, a construção de narrativas orais que considerem a sequência temporal e causal dos fatos.
    O contato com a leitura e a escrita em situações concretas de comunicação é intensificado a fim de que as crianças avancem no processo de alfabetização.
    Ao longo do ano, são desafiados a ler diversos tipos de textos usando diferentes estratégias para a interpretação: análise do assunto, identificação do portador do texto, leitura das imagens e pesquisa de palavras ou porções de palavras já estabilizadas.
    As crianças participam também de atividades de escrita (espontânea e com modelos) nas quais desenvolvem capacidades para redigir (planejar, escrever, revisar e editar).
    Com as propostas sistemáticas e a interferência da professora, gradativamente as crianças avançam na compreensão da natureza e do funcionamento da escrita, reconhecendo a interdependência entre o que se fala e o que se escreve. A partir daí, experimentam diferentes possibilidades para relacionar a segmentação sonora à pauta escrita.
    Espera-se que os alunos envolvam-se nas atividades e estejam disponíveis para trocar conhecimentos com os colegas e os adultos, debatendo hipóteses e pesquisando soluções para as situações de leitura e escrita.
    As atividades referentes ao conceito de número estão relacionadas com contextos do mundo real e desafiam os alunos a quantificar (contar quantos elementos há numa determinada coleção), fazer comparações entre quantidades ("maior do que", "menor do que", "igual a") e realizar operações simples entre as quantidades, utilização de cálculo mental (adição, subtração, multiplicação, divisão). As crianças precisam, ainda, produzir registros espontâneos e convencionais para comunicar quantidades (escrita de numerais, registros de operações).
    Por intermédio de propostas que envolvem noções de espaço e forma, elas conquistam habilidade para descrever e representar pequenos percursos e trajetos, observando pontos de referência. Os alunos são, também, convidados a explorar propriedades geométricas de objetos e figuras, como superfícies, formas, volumes, no plano e no espaço.
    Em situações de resolução de problemas e de desafios, espera-se que as crianças desenvolvam seu pensamento lógico e aprimorem sua capacidade de antecipar resultados, formular hipóteses e confrontar pontos de vista.
    Por meio da observação, da experimentação, da pesquisa e do registro, as crianças reconstroem sua concepção da realidade e suas possibilidades de intervenção, percebendo a participação do ser humano numa teia de relacionamentos.
    O Projeto Temático Anual de Ciências, enfatiza a construção de conceitos como transformação, diversidade e inter-relação. Objetiva-se o estabelecimento de relações entre os fenômenos da natureza de diferentes regiões e as formas de vida dos grupos sociais que ali vivem.
    As aulas-passeio são um importante recurso para a integração entre comunidade e escola e para o conhecimento dos espaços públicos urbanos.
    Espera-se que os alunos demonstrem interesse por estes conteúdos, participem das atividades de pesquisa e das aulas-passeio e envolvam-se de maneira organizada nas campanhas de conscientização ambiental.

  • 2º ano - Ensino Fundamental I

    É no 2º ano que os vínculos e as relações entre as crianças tendem a se consolidar. As preferências entre elas são claras e a ação da professora está em explicitar que as parcerias podem e devem se modificar, dependendo do objetivo que se quer alcançar. Assim, busca-se quebrar fixações ou dependências, construindo relações que considerem o tipo de tarefa a ser realizada: uma dupla pode ser produtiva para realizar atividades plásticas, mas não funcionar bem nas de escrita de texto, por exemplo.
    As crianças já permanecem no espaço escolar, na maioria dos casos, observando as regras de boa convivência e inter-atuando de forma organizada com menor auxílio do adulto. Transitam pelo espaço da escola com desenvoltura e consideram as opiniões ou ideias da professora muito importantes.
    Mais confiantes em suas capacidades para aprender, começam a ter os primeiros contatos com as condutas requeridas a um estudante: organização, empenho, cuidado com o seu material, atenção às orientações da professora, estratégias de resolução e verificação.
    As habilidades de força, velocidade, resistência e flexibilidade são trabalhadas em jogos coletivos e esportivos, em especial o queimado, o futebol e o basquete. Nos jogos, o aprimoramento motor das crianças acontece mediado pela necessidade do cumprimento de determinadas regras que exigem competências distintas. Vivências sociais e afetivas, como competir, ganhar e perder, são também experimentadas nestas atividades.
    Espera-se que as crianças ampliem a orientação espacial, reconhecendo as diferentes dimensões do espaço: altura, largura e profundidade. Objetiva-se, também que progressivamente definam a dominância lateral, isto é, a preferência pelo uso de um dos lados do corpo.
    Nesta fase, as crianças adquirem maior precisão dos gestos instrumentais, cada vez mais ajustados aos objetos: uso do garfo e da faca nas refeições; manuseio seguro de lápis, pincéis e canetas; domínio crescente do traçado da escrita com pressão e preensão adequadas no uso do lápis.
    As vivências com artes plásticas estão à serviço da criatividade das crianças e devem dar suporte para que aprimorem suas capacidades de representação e expressão.
    Os alunos são convidados a apreciar a produção artística - desenhos, pinturas, esculturas, colagens, ilustrações - nacional e internacional e a observar alguns elementos constituintes da linguagem visual como: forma, cor, volume, luz, texturas.
    Há uma ênfase nos projetos artísticos que envolvem espaços tridimensionais, como esculturas e instalações, em que são manuseados diferentes tipos de materiais (massa, argila, sucata), suportes (chão, madeira, isopor, caixas, ambientes) e instrumentos (mãos, palitos, tesoura, pincéis). O desenho e a pintura continuam a ser utilizados como ferramentas para registrar vivências e conhecimentos construídos.
    Espera-se que, ao longo do ano, as crianças sejam capazes de selecionar os materiais mais adequados às suas produções e se aperfeiçoem no uso de elementos visuais, suportes e instrumentos. Objetiva-se, ainda, que ampliem o conhecimento sobre história da arte, identificando acontecimentos e curiosidades que marcaram a vida e a época dos artistas selecionados para o período.
    No que diz respeito à apreciação musical, as crianças continuam a ter contato com obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, produzidas no Brasil ou em outros países. Elas tornam-se capazes de selecionar, do que ouvem, o estilo musical que mais as agradam, construindo, assim, gosto musical particular.
    As propostas na oficina de dramatização colocam as crianças em contato com recursos da linguagem teatral - movimentação corporal, entonação da voz, expressão facial - que possibilitam a representação de diferentes enredos e personagens. Na composição dos jogos dramáticos, exercitam diversas capacidades simbólicas na medida em que criam figurinos para seus personagens; selecionam objetos que se adaptam ao contexto em questão; estabelecem diálogos com seus companheiros e improvisam a continuidade dos enredos.
    Nesta faixa etária, as crianças são estimuladas a transformar a brincadeira de faz de conta em uma apresentação para um outro - um espectador. Pretende-se, assim, que elas possam começar um movimento de descentralização, entendendo o contexto dramático a partir de dois pontos de vista: o do ator e o do espectador. Resgata-se, também, a importância do trabalho em grupo.
    As crianças já acumularam um grande repertório de histórias ao longo da educação infantil e conhecem diferentes gêneros e estilos literários (contos, crônicas, poesias, noticias...). As propostas de Literatura oferecidas aos alunos têm como objetivo desafiá-los a refletir sobre textos ouvidos e lidos, fazer predições sobre a continuação da história, realizar inferências, estabelecer relações e procurar explicações.
    Espera-se, ainda, que gradativamente reconheçam as características da linguagem narrativa, analisando a sequência temporal do texto (início, meio e fim), o modo como os personagens são introduzidos e as diferenças entre descrições e diálogos.
    Ao longo do ano, a partir das atividades de apreciação literária na Biblioteca, as crianças passam a recontar histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e encadeamento de fatos.
    A Biblioteca começa a funcionar com o sistema de empréstimo de livros e as crianças aprendem a considerar as informações contidas nos próprios livros (título, nome do autor e do ilustrador, assunto, número de páginas...) para escolherem o exemplar que pretendem levar para casa.
    O caráter comunicativo da linguagem oral e da linguagem escrita é enfatizado no trabalho pedagógico com crianças desta faixa etária.
    A fala é aperfeiçoada em situações de intercâmbio em que há a necessidade de explicar e argumentar idéias e pontos de vista.
    O contato com a leitura e a escrita em situações concretas de comunicação é intensificado a fim de que as crianças dêem continuidade ao processo de alfabetização. Ao longo do ano, são desafiadas a ler com maior independência, diversos tipos de textos usando diferentes estratégias para a interpretação: análise do assunto, identificação do portador do texto, leitura das imagens e conhecimentos sobre a base alfabética da língua portuguesa.
    As crianças participam também de atividades de escrita (espontânea e com modelos) nas quais desenvolvem capacidades para redigir (planejar, escrever, revisar e editar). Aspectos formais, relacionados à organização do texto no papel, como: separação das palavras, uso de maiúsculas e minúsculas e legibilidade, são explicitados durante a realização destas atividades.
    Com as propostas sistemáticas e a interferência da professora, gradativamente as crianças avançam na compreensão da natureza e do funcionamento da escrita, compreendendo o princípio alfabético, no qual há uma relação convencional entre a segmentação da fala (fonemas) e a pauta escrita (grafemas). A partir daí, desafios são enfrentados no que diz respeito à ortografia e à pontuação.
    Espera-se que os alunos envolvam-se nas atividades e estejam disponíveis para trocar conhecimentos com os colegas e os adultos, consolidando conhecimentos que garantam a leitura, a interpretação e a escrita convencional de textos, considerando-se o caráter inicial destas aprendizagens, continuadas nas séries seguintes do Ensino Fundamental.
    As atividades referentes ao sistema numérico estão relacionadas com contextos do mundo real e desafiam aos alunos a quantificar e fazer comparações entre quantidades. Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão são resolvidas com recursos como cálculo mental, uso de material estruturado e registros gráficos (espontâneos e convencionais). Estas vivências permitem que as crianças conquistem um progressivo domínio conceitual do sistema de numeração decimal com valor posicional.
    Por intermédio de propostas reais que envolvem grandezas e medidas, iniciam a construção de habilidades para quantificar grandezas (comprimento, extensão, área, peso, massa, valor) e fazer comparações confiáveis entre elas. Para tal, os alunos entram em contato com unidades de medida não convencionais e com instrumentos e sistemas convencionais de medida (palmos, fita métrica, colheres, balança, sistema métrico e sistema monetário).
    O uso do calendário permite medir o tempo transcorrido e que está por vir, e a observação das suas características e regularidades (7 dias por semana, dias em cada mês) auxilia as crianças na compreensão das noções temporais (passado, presente e futuro) tão importantes no estabelecimento de relações e na estruturação do pensamento infantil.
    Em situações de resolução de problemas e de desafios, espera-se que as crianças aprimorem os conhecimentos construídos relativos a numeração e grandezas, e ampliem sua capacidade de antecipar resultados, formular hipóteses e confrontar pontos de vista.
    Um dos principais objetivos do trabalho é incentivar a compreensão do conceito de transformação das diferentes realidades (sociais e naturais). Alterações causadas pela ação de agentes naturais e pela ação humana são estudadas a partir da observação da paisagem local (nas aulas-passeio) e da pesquisa de fontes de informação - enciclopédias, imagens, relatos.

  • 3º, 4º e 5º ano - Ensino Fundamental I

    A partir dessa fase desenvolve-se um trabalho cujo enfoque principal é o uso da linguagem oral (fala e escuta), da linguagem escrita (leitura e produção escrita de textos), considerando a análise e reflexão sobre a língua e linguagem no processo ensino-aprendizagem. Procura desenvolver no aluno a capacidade de:

    • Participar de situações de intercâmbio oral
    • Planejar e participar de situações de uso da linguagem oral
    • Apreciar textos literários
    • Selecionar textos de acordo com o propósito de sua leitura
    • Utilizar recursos para compreender ou separar dificuldades de compreensão durante a leitura
    • Reescrever ou produzir textos de autoria utilizando procedimentos de escritor
    • Revisar textos em parceria com os colegas
    • Revisar textos do ponto de vista ortográfico
    • Em matemática é trabalhado os cinco blocos temáticos: números, operações, espaço e forma, grandeza e medidas
    • Empenhar-se na realização das atividades propostas, utilizando todo o conhecimento construído quando se requer a resolução de situações problema
    • Expor suas dúvidas e reconhecer a necessidade de rever o que ainda não aprendeu
    • Utilizar-se de estratégias pessoais para resolver determinado problema, dispondo-se a expor suas idéias
    • Interagir, estabelecendo uma postura de escuta atenta para entender as explicações do professor e/ou colega
    • Formular argumentos, expondo-os a fim de que sejam validados ou refutados pelos colegas, avançando cada vez mais na linguagem matemática
    • Reconhecer tanto os seus avanços quanto a necessidade de continuar aprendendo.
    • Desenvolve o reconhecimento e a comparação do papel da sociedade e da natureza, na construção diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras; o reconhecimento e a compreensão de algumas das consequências das transformações causadas pela ação do homem; utilização das tecnologias da informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens e na construção da vida em sociedade; utilização da linguagem cartográfica, observando a necessidade de indicação de direção e distância, orientação e proporção para garantir a legitimidade; adoção de uma atitude responsável em relação ao meio ambiente reivindicando o direito de todos a uma vida plena num ambiente preservado e saudável; conhecimento e valorização dos modos de vida de diferentes grupos sociais, como se relacionam e constituem o espaço e a paisagem no qual se encontram inseridos.
    • Desenvolve ainda o reconhecimento de relações sociais, da existência de diversas fontes históricas e necessidades de marcar a passagem no tempo e espaço, a importância da participação das pessoas em movimentos populares, sociais, políticos e ambientais. Assim como a compreensão e a ampliação de conhecimentos sobre o Universo, o Sistema Solar e o Planeta Terra; reconhecimento e identificação dos componentes: ar, água e solo no Planeta Terra; reconhecimento da necessidade da preservação de ambientes e de recuperação dos que já foram destruídos; compreensão das necessidades vitais dos seres humanos, relacionando a necessidade de alimentos para o sustento, desenvolvimento, manutenção e obtenção de energia para o corpo; comportamentos de higiene física, mental e social, fundamental para o estado de saúde.
  • Estrutura – Nosso espaço físico

    Acessibilidade escolar terrária, sem obstáculos permitindo as crianças agirem com autonomia, liberdade sempre supervisionada por dois adultos (professora e auxiliar), pois possuímos os equipamentos adequado à altura das crianças.
    O ambiente lúdico, a escola é colorida, paredes decoradas e ambiente alegre e prazeroso. A segurança está na organização dos espaços e dos equipamentos que oferecem segurança e tranqüilidade a todos.


    • Parque para o berçário e maternal com áreas e coberta e externa com brinquedos adequados
    • Parque para os níveis I e II brinquedos adequados
    • Biblioteca: com inúmeros títulos infantis, livros, cds, jogos pedagógicos e etc.
    • Banheiros adaptados.
    • Quadra
    • Brinquedoteca- DVD , teatro, musicalidade ,fantasias
    • Laboratório de informática ( em andamento )

    Galeria

  • Atividades Extra-classe

    • Idioma - Inglês : as aulas são oferecidas aos alunos a partir dos três anos com duas aulas semanais.
    • Ballet: São destinadas as alunas a partir de três anos de idade. O ballet desenvolve a socialização a disciplina a musicalidade, desinibe, proporciona maior equilíbrio e controle motor, concentração.
    • Capoeira
    • Futsal
    • Jogos educacionais
efeito login

Acessar minha conta





Esqueci a senha